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A lei não fez justiça por essas mulheres. Nada mudou no Brasil!

O império do machismo no Brasil precisa ter um fim

Em 28 de dezembro de 1992, a morte da atriz Daniella Perez, de 22 anos, chocou o Brasil. Ela tinha uma personagem de destaque em De corpo e alma, novela escrita por sua mãe, Glória Perez, quando foi assassinada pelo colega de trabalho Guilherme de Pádua e pela esposa dele, Paula Nogueira.

Glória Perez postou na internet um vídeo em homenagem à filha. Na publicação, é possível ver momentos íntimos de Daniella, confraternizando com amigos e família e dançando com o então marido Raul Gazolla.

Na legenda do vídeo, Glória atacou os assassinos da filha: “28-dez-1992. O dia em que a ambição de dois psicopatas tirou você de nós”. Em 1997, Guilherme e Paula foram condenados a 19 anos de reclusão em regime fechado, mas cumpriram menos de sete, saindo da prisão em 1999.

Caso Sandra Gomide

No dia 20 de agosto de 2000, o então diretor de redação do jornal “O Estado de S. Paulo” Antonio Marcos Pimenta Neves matou com dois tiros pelas costas a repórter do jornal Sandra Gomide, de 32 anos, em um haras em Ibiúna. Algumas semanas antes ele havia sido abandonado por Sandra, que era também sua namorada. Pimenta Neves confessou o crime, foi condenado em 2006 a 19 anos de cadeia em um júri popular (pena reduzida para 18 e depois 15 anos), mas passou menos de sete meses na prisão.

Passados quase 10 anos do assassinato de Sandra, especialistas e advogados que participaram do caso creditam a impunidade do jornalista a dois fatores: a lentidão da Justiça e a legislação penal anacrônica brasileira.

Eliza Samudio morta e Bruno solto

A soltura do goleiro Bruno Fernandes, condenado por matar em 2010 a ex-namorada Eliza Samudio, se tornou mais um motivo de revolta para Sônia de Fátima Moura, mãe da jovem.

Bruno cumpriu seis anos e sete meses dos 22 anos e três meses de prisão a que foi condenado por assassinato e ocultação de cadáver de Samudio e também por sequestro e cárcere privado do filho que os dois tiveram.

O Brasil pelo que se vê teve tempo demais e de sobra para debater, discutir, avaliar, ponderar, rever, aprimorar, melhorar, o seu sistema… não o fez. Não fará! Não mudará!

Apenas será viável uma grande transformação se o povo decidir construir uma Nação verdadeira.

(da Redação)

Um Comentário

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  1. Caso Elisa,

    Eu não estou para defender nem acusar, vou tentar entender determinadas situações:

    A Simoni foi pro um presidio o Gugu Liberato só faltou pedir ao vivo a liberdade de um presso que ninguem conhecia sua história, mais como a Simoni precisava vir pra mídia usou de vários artificios, teve apoio GUgu, da Sonia Abrão, casou teve filhos com presidiário, teve padrinhos celebridades.
    O Belo (pagodeiro) ficou preso, saiu na maior fazendo Shows até hoje e ninguem o incomodou.
    Tdos os exemplos acima com provas.
    E o Goleiro Bruno, não existe provas, roubaram os bens do rapaz, ficou preso, saíu e não tem direito de ressocialização como se discute tanto, vamos dar oportunidades para os egressos. Bem a Elisa não éra uma Sandy.E a mão da Elisa não éra uma Noemi. Fala sério

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