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A suposta depressão de Sérgio Cabral tem nome

O ex-governador mais odiado da história do Rio de Janeiro, segundo noticiários, enfrenta um quadro de depressão e chora diariamente na sua cela.

A terapia prisional é deprimente a qualquer ser humano enjaulado que convivia com as regalias absurdas e o dinheiro fácil do lado de fora. É o caso de Cabral. Gastança, carros de luxo, iates, joias, viagens caríssimas, imóveis, roupas boas, tudo com dinheiro obtido de forma ilícita através de contratos e arranjos envolvendo a administração pública. Cabral é o maior ladrão da história do Rio de Janeiro.

Se Cabral choraminga na cela apesar da regalias que tem, imagina os mais de 700 mil pobres e negros encarcerados amontoados em cubículos sem chance de defesa e bons advogados?

Adriana Anselmo e a prisão domiciliar

A esposa do ex-governador segue em casa onde descansa após uma jornada ao lado do marido na empreitada da corrupção. A Justiça concedeu para Adriana Ancelmo o benefício de cumprir pena em sua luxuosa mansão no Rio de Janeiro para cuidar dos filhos.

Adriana Anselmo, esposa e cúmplice no esquema de corrupção moveu pelo menos (ao que se sabe) R$ 250 milhões. Fato comprovado em investigações, quando da detenção do marido, Adriana seguiu fazendo contatos e operando a quadrilha. Que colocaria como inviável a condição de prisão domiciliar.

Essa suposta depressão de Sérgio Cabral tem nome: abstinência de corrupção.

Cabral certamente sente falta de fechar um contratinho sujo, receber e pagar uma propina, gastar sem pensar no amanhã e outros maus hábitos que só um dependente do crime sabe explicar.

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