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Ação que retirar fotos de presidentes militares do Planalto

Sindicalistas, servidores do magistério e membros de um tal Centro Acadêmico, em Curitiba, moveram uma ação civil pública onde solicitam a retirada da galeria de presidentes do Brasil todas as fotos dos presidente militares.

Apoiam a iniciativa o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Paraná e acadêmicos do curso de Direito da Universidade Federal do Paraná.

“Na presente ação civil pública se pretende demonstrar que a presença dos retratos destacados distorce a história. Distorce a memória nacional. Nos faz crer que os militares ocuparam legitimamente o cargo de Presidente. Isso gera uma distorção da memória nacional, ofende a dignidade de grupos que foram perseguidos durante a ditadura e, especialmente, representa uma cicatriz na história recente do país”, diz trecho.

A ação pede que sejam excluídos os retratos de Paschoal Ranieri Mazzilli, Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, Marechal Arthur da Costa e Silva, General Emílio Garrastazu Médici, General Ernesto Geisel e do General João Baptista De Oliveira Figueiredo.

O gesto é um verdadeiro desrespeito e provocação que comprova as reais intenções daqueles que militam pela desconstrução de valores que contribuíram para a história do Brasil.

Depois choramingam nas redes sociais!

Um Comentário

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  1. Interessante, mas no Governo Militar, esses grupos, não foram perseguidos, mas, sim, caçados, pois queriam a implantação do comunismo no Brasil, fato esse inaceitável numa democracia. O povo que viver esse período apóia até hoje o Governo Militar, uma vez que, com a saída deles e a entrada dos civís o Brasil dali em diante passou a ser uma corrupção só. Agora retirar os bustos ou fotos dos mesmos é o cumulo do absurdo, devem tirar então dos presidentes cassados, dos ladrões, dos processados e assim por diante.

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