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“Artista” destrói imagem católica em exposição de arte

Professor de artes em Taguatinga, no Distrito Federal, o artista Antônio Obá, 33 anos, é o finalista do Prêmio Pipa uma das premiações mais desejadas no meio artístico visual. Caso ele seja o ganhador levará uma quantia de R$ 130 mil e uma residência artística na Residency Unlimited, em Nova York, nos EUA.

O artista fez uma pesquisa sobre vários temas o sincretismo religioso, a miscigenação, as raízes afro-brasileiras e o erotismo. Entretanto a sua apresentação principal é a destruição de uma imagem sacra.

A ideia é passar a imagem de Nossa Senhora em um ralador reduzindo a pó e depois jogar sobre o seu corpo. Segundo ele, isso produz “novos significados, que criticam o racismo velado da sociedade brasileira e remetem às tradições das religiões de matriz africana”.

Obá defende que cobrir o corpo com pó branco é um ato que “diviniza o corpo” e, ao mesmo tempo, “faz referência ao rito de fazer a cabeça, fazer o santo, no Candomblé.  Ou seja, ao mesmo tempo em que há uma crítica, há também uma exaltação. É uma celebração antagônica, um ritual”.

Até agora não houve nenhuma crítica formal contra o artista visual.

2 Comentários

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  1. Isso sim é uma expressão artística… É uma leitura, é um entendimento, um diálogo com o tema. Tem contexto e não explora inocentes. Alguns vão concordar, outros vão odiar. Mas existe um tema em transformação.

  2. FERNANDA MONTENEGRO DIZ que em nome da Liberdade, toda expressão artística deve ser livre. Em primeiro lugar é necessária que seja ARTE. Qual é o critério analítico ou quem é o Juiz, ou, quem serão ou julgadores? Se vc escolher entre a população, democraticamente, aleatoriamente veremos que a liberdade não pode privilegiar a desfaçatez, a honra e a dignidade de ninguém. Não é minha gente?

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