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Demissão em massa na BAND contradiz a própria emissora

O clima nos bastidores da Band não está nada amistoso. A emissora deu início a temporada de cortes em seus quadros. Os profissionais fecharam 2017 e começaram 2018 sem o mesmo entusiasmo de sempre.

O processo de demissões em massa corrobora que a situação financeira na emissora é gravíssima. Os cortes deverão atingir 35% dos quadros em cada setor da Band. As demissões tiveram início na semana passada atingindo em cheio a parte técnica e de operações. O jornalismo também foi afetado com as demissões de Antônio Petrin e a chefe de redação Débora Cunha.

Há informações que mais de 300 funcionários serão demitidos em breve.

Até agora os cortes que foram realizados, por esses dias, fazem parte apenas da primeira fase do plano de reestruturação na emissora. Ninguém sabe exatamente o que ainda virá. O ambiente dentro da empresa é de velório e de guerra.

Nas outras emissoras a situação também não é das melhores. Quem se salva, por enquanto, é a Globo e a Record. A primeira detém a maior parte das publicidades do mercado, já a Record contabiliza dinheiro da igreja para fomentar a emissora.

Durante muito tempo Globo, SBT, Record e Band se acostumaram com a facilidade do dinheiro público. Criaram programações e jornalismo chapa-branca. Atuaram ao lado de políticos e do governo.

O que impressiona é que o jornalismo nessas emissoras afirma que o Brasil superou a crise e a economia caminha bem. Na prática a situação é bem diferente.

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