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Diretor nomeado por Temer pede arquivamento de inquérito

A PF vai descontinuar a investigação e isentar Michel Temer de culpa

O inquérito aberto contra o presidente Michel Temer para apurar o envolvimento no esquema de propinas no Porto de Santos deverá ser arquivado por recomendação do diretor da Polícia Federal, Fernando Segóvia.

De acordo com o diretor-geral da PF, Fernando Segóvia, até o momento as investigações não comprovaram que representantes da Rodrimar pagaram propina para a edição do decreto que prorrogava contratos de concessão portuários, assinado por Temer em maio de 2017.

O diretor alega que não há provas  materiais sobre a manutenção de propinas para aprovação de decreto que facilitasse o acesso da Rodrimar em contratos públicos. Os depoimentos colhidos, conforme Segóvia alega, não comprovam a existência de crime por parte do presidente Michel Temer.

“No final a gente pode até concluir que não houve crime. Porque ali, em tese, o que a gente tem visto, nos depoimentos as pessoas têm reiteradamente confirmado que não houve nenhum tipo de corrupção, não há indícios de realmente de qualquer tipo de recurso ou dinheiro envolvidos. Há muitas conversas e poucas afirmações que levem realmente a que haja um crime”, disse.

Segóvia assumiu a Polícia Federal em 2017 após indicação de José Sarney e outros aliados do presidente Michel Temer.

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