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Escola é fechada por não adotar “preceitos LGBT e ideologia de gênero”

A instituição de ensino judaica Vizhnitz Girls School (“Escola Vizhnitz para Meninas”), de Londres, está sendo ameaçada pelo governo britânico por “não ensinar os princípios LGBT” – o Estado acusa a instituição de “falhar em passar elementos básicos da cultura britânica” às alunas. A escola foi reprovada em uma avaliação governamental que verifica o ensino de preceitos ideológicos, incluindo a instrução em conceitos do movimento LGBT: reprovações sistemáticas na avaliação podem levar a instituição a ser fechada compulsoriamente. A notícia sobre a perseguição à escola judaica foi publicada pelo veículo de comunicação Breitbart Jerusalem.

Conforme o site Breitbart, “a escola judaica foi reprovada três vezes por inspetores do governo porque não atendeu à determinações da legislação conhecida como ‘Equalities Act’, que força instituições de ensino a educarem seus alunos nos princípios LGBT, assim como assuntos ligados à comunidade gay e a temas em ideologia de gênero”. A instituição de ensino tem, atualmente, mais de 200 alunas, e foi criada no início do século XX por lideranças israelitas que emigraram da Ucrânia para a Inglaterra.

Ainda de acordo com a reportagem, “a escola foi visitada por funcionários do Escritório para Padrões de Ensino do Reino Unido [UK’s Office for Standards in Education, Children’s Services and Skills] para que fosse averiguado o ensino de assuntos LGBT e temas como ‘orientação sexual’. Uma vez que a instituição não atendeu aos padrões do governo, a escola foi classificada no grupo das organizações que ‘se recusam a ensinar’ a crianças de até oito anos de idade uma ‘compreensão completa dos valores britânicos tradicionais’. Dessa forma, a escola estaria violando as ‘leis de igualdade’, em vigor no país”. A escola, atualmente, deve adotar a linha pedagógica governamental, ou poderá ser compulsoriamente fechada.

O artigo acrescenta que um integrante da sigla conservadora UKIP criticou as ameaças à escola judaica – David Kurten, porta-voz do movimento de direita para temas educacionais, afirmou que “crianças em escolas primárias são jovens demais para serem expostas a temas como relações sexuais sem fins reprodutivos ou ideologia de gênero. As crianças merecem ter uma infância, e, em nome da ideolgia, elas estão sendo a expostas a ideias destrutivas que cedo demais. O Estado está tentando sabotar e fechar escolas religiosas em nome do secularismo”.

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