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EUA pedem que o Brasil rompa com a Coreia do Norte. E agora?

Pence está sondando a América Latina por ordem de Trump

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, pediu nesta quarta-feira, em Santigo, que Brasil, México, Chile e Peru rompam laços diplomáticos e econômicos com a Coreia do Norte a fim de aumentar o isolamento ao regime de Kim Jong-un.

“Esperamos que Brasil, México, Chile e Peru se unam a nós para romper todos os laços econômicos e diplomáticos com a Coreia do Norte e, com esse isolamento, possamos chegar a uma solução pacífica na península coreana sem armas nucleares”, disse Pence durante o encontro com a presidente chilena, Michelle Bachelet.

Os EUA consideram endurecer as relações com os países que apoiam a ditadura coreana e o Brasil pode ser considerado um dos nomes a sofrer algum tipo de embargo.

A Coreia do Norte possui uma embaixada em Brasília e o Brasil abriu sua representação em Pyongyang em 2009.

Tradicionalmente, o Brasil aplica sanções econômicas seguindo as resoluções aprovadas pela ONU.

3 Comentários

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  1. Esta crise na península coreana está mais para a venda de armas, do que para um conflito armado. Afinal, a venda de armamentos sempre foi um dos maiores negócios do mundo. A Coréia do Norte é tão perigosa aos Estados Unidos da América do Norte, como uma pulga estéril o é para um cão Fila Brasileiro.

  2. Bem, na verdade se o Brasil não fosse um Pais de políticos neoliberais e entreguistas, (acima de tudo pilantras e sem vergonhas,,), bem que “já poderia ter sido útil em alguma diplomacia,, ainda que com a credibilidade apodrecida pela corrupção e pilantragem!”; Contudo acredito que essa medida de afastamento “NÃO SEJA” uma atitude plausível ou viável!”; “Não importa que a mula seja manca,, o importante é “rosetar…”;

  3. Os Estados Unidos da América, ainda é o pais mais forte e mais rico do Mundo.

    Todavia, líderes como FIDEL CASTRO E RAUL CASTRO, LULA, EVO MORALES , HUGO CHAVES, NICOLÁS MADURO, aqui, nas Américas mostraram a eles e ao mundo que não seremos submissos às suas vontades.

    Queremos a parceria, comercial, intelectual, científica, mas não nos agacharemos à sua prepotência e não tomaremos para nós os seus inimigos.

    Esperemos que, o Temer tenha a independência para dizer ao Donald Trump que não entraremos em nenhum confronto que ele arranjar.

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