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Folha cospe no prato que comeu

O Facebook não tem compromisso em fazer a imprensa feliz. Aceita quem quiser. A Folha, após declarar a saída da maior rede social do mundo, passou a usar a mesma estratégia que adota contra seus desafetos políticos: atacar com notícias de cunho negativo.

Menos de uma semana o diário soltou várias matérias “terroristas” para provocar a impressão que o Facebook vai acabar ou virar uma rede social para velhos. Na mais recente a Folha cita um “estudo” que não sabe a origem e a metodologia onde aponta que a rede social irá perder 2 milhões de usuários jovens em dois anos.

A tal consultoria que a Folha cita em sua matéria tem como objetivo promover uma outra rede social não muito utilizada, o Snapchat. Nos EUA, a eMarketer atua promovendo o Snapchat com objetivo claramente comercial. Portanto, é necessário depreciar o Facebook como forma de atrair o público jovem para outro aplicativo.

Por anos a Folha desfrutou do Facebook sem ser obrigada a desembolsar nenhum centavo. A rede não obriga pessoas e empresas a gastarem dinheiro para ter suas publicações publicadas e compartilhadas. Mesmo assim a Folha se achou no direito de exigir do Facebook variações em sua política e algoritmo para privilegiar o tal do “jornalismo sério”.

O pensamento da Folha reflete o momento crítico que o Brasil vive. Sem criatividade, sem planejamento e muito trabalho diversos veículos de mídia que antes viviam as custas do governo encaram o desafio de um mundo mais dinâmico e aberto. Isso a Folha não aceita.

O Facebook cumpre muito bem seu papel. É televisão, rádio, jornal, entretenimento, tudo isso numa única ferramenta. O que exige é o mínimo. Quem tiver competência que se estabeleça.

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