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Gleisi Hoffmann, Fátima Bezerra e Vanessa ficarão sem mandato

Elas acham que podem tudo!

O senador José Medeiros (PSD-MT) está recolhendo assinaturas de seus colegas parlamentares com o objetivo de ingressar no Conselho de Ética contra as senadoras da oposição que protestam no Plenário do Senado contra a votação da reforma trabalhista. Medeiros diz não ter dúvidas de que houve quebra de decoro por parte das parlamentares, que ocuparam a Mesa do Senado e impediram o presidente da Casa, Eunício Oliveira, de presidir a sessão que analisaria o projeto.

Segundo ele, a representação será oferecida também aos “insufladores” e “mentores intelectuais da baderna”, sem indicar outros nomes. Até o momento, 15 senadores já assinaram a representação. “Isso não é o senador Medeiros. É o corpo do Senado que está se sentindo extremamente atingido, com vergonha alheia desse espetáculo que foi dado aqui para o Brasil e para o mundo, e querem representar para que o Conselho de Ética possa se posicionar”, afirmou o senador.

Sessão suspensa

Quatro horas após Eunício Oliveira suspender a sessão por tempo indeterminado, parlamentares da oposição continuam ocupando o plenário do Senado e dizem que só vão permitir o início da apreciação da reforma trabalhista depois de um acordo que permita aos senadores votarem em separado as condições de trabalho para grávidas em locais insalubres.

Há pouco, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, determinou o religamento das luzes do Plenário na tentativa, mais uma vez, de retomar o comando da sessão. Desde o início da confusão, ele está reunido em seu gabinete com lideranças da base aliada do governo. Alguns senadores como os petistas Jorge Viana (AC) e Paulo Paim (RS) atuam para intermediar o impasse.

Fátima abriu a confusão

A confusão começou quando a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) conduzia os trabalhos e concedia a palavra a outras parlamentares. Quando chegou para dar continuidade à sessão, Eunício Oliveira foi impedido, e o protesto continuou sendo feito pelas senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR), Ângela Portela (PT-ES), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lídice de Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Kátia Abreu (PMDB-TO).

A senadora Gleisi Hoffmann defendeu que o Senado exerça o seu papel como Casa revisora e altere os pontos da reforma trabalhista que achar necessário. “Qual o problema de o projeto voltar de novo para a Câmara? As principais prejudicadas com essa reforma trabalhista são as mulheres. São as empregadas domésticas, as mães que não vão ter mais lugar salubre de trabalho, é a questão do menor salário. É isso que vai acontecer”, criticou.

3 Comentários

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  1. Se a figura de “DECORO PARLAMENTAR” existe e é vigorante, que se faça prevalecer os ditames da Lei e da Ordem.
    Não podem – nenhum de nós – extrapolar as liberdades constitucionais em busca de satisfazer o próprio pensamento.

  2. Quebra de decoro parlamentar dessas patetas esquerdistas é tão comum como tomar um copo d’água, para essa corja todos os meios justificam os fins, para bandidos não existem regras nem tão pouco vergonha. Sobre a petista Fátima Bezerra devo esclarecer que: a mesma não nasceu no estado do Rio Grande do Norte, e sim no estado da Paraíba. Talvez por um infeliz equívoco de rota ela veio dar com os costados no meu querido estado onde lamentavelmente nunca jamais poderia ter posto os pés. De mazelas e atrasos bastam os que já temos.

  3. Essas senadoras barraqueiras precisam levar uma lição de decência. Eu sou mulher, mas não sei como algumas mulheres e até homens votam nessas barraqueiras sem posturas de senadoras.

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