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Governo rasga a CLT: acabarão as férias, décimo terceiro e salário fixo

Reforma Trabalhista vai diluir todos os direitos trabalhistas

O Governo Federal promove em tempo de crise econômica, política e moral um verdadeiro crime contra a Consolidação das Leis Trabalhistas, a CLT. O patrão tem a caneta na mão e o empregado a vulnerabilidade. A partir de agora o patrão poderá contratar sem dar férias e o pagamento poderá ser feito por hora de trabalho.

No exterior, em países como os Estados Unidos da América a relação patrão-empregado funciona desta forma faz muito tempo. Mas é bom considerar que ao citar os EUA como exemplo, vale considerar que os juros anuais na terra do Tio Sam é de 0,75%. Lá não tem inflação. Políticos envolvidos em corrupção são banidos da vida social e pública.

O Brasil tem um histórico de exploração, trabalho escravagista, inflação alta, economia frágil, juros exorbitantes e os políticos mais caros e corruptos do mundo.

A reforma trabalhista sem dúvida alguma deve ser feita mas não com a atual conjuntura econômica e política onde o país apresenta um grave cenário fiscal praticado por atos de corrupção envolvendo grande parte dos políticos que estão no exercício do poder.

Na condição que está sendo proposta pelo Governo a Reforma Trabalhista é um retrocesso ao tempo que o Brasil vivia a escravidão. Todo conceito é baseado na prevalência do negociado sobre o legislado. O que o sindicato negociar estará negociado. Não é o empregado que irá negociar. O Governo vai estabelecer o fim do salário mínimo substituindo pela hora/trabalhada.

É um absurdo total! O FGTS e a Previdência Social terão seu fim decretado.

Vai prevalecer um contrato de trabalho. Um coletivo onde o sindicato vai responder pela categoria inteira e o individual que as pequenas empresas irão fazer.

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