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Internacionalização da Amazônia: países credores do Brasil querem receber em terras

O Brasil, o Equador, o Peru, a Colômbia e a Venezuela devem pagar suas dívidas entregando a Amazônia aos credores.

A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg,  declarou que as dívidas externas dos países em desenvolvimento, quer dizer, pobres, devem ser pagas pela venda de suas florestas tropicais. Traduzindo: o Brasil, o Equador, o Peru, a Colômbia e a Venezuela devem pagar suas dívidas entregando a Amazônia aos credores.

Para quem julgava paranoia essa história da internacionalização da região, eis mais uma evidência de que estão não apenas de olho na floresta, mas anunciando quando e como tomá-la. O presidente americano Donald Trump pensa igual. Para ele, a Amazônia pertence à humanidade e de que a soberania brasileira é relativa.

Quem sugeriu foi Thatcher

A primeira proposta de troca de bens naturais por dívidas deveu-se a Margaret Thatcher, quando era primeira-ministra da Inglaterra.

Ela não fez por menos, exortando as nações do Terceiro Mundo a vender suas riquezas. De lá para cá, foi uma sucessão de pirataria explícita, da qual não escaparam os “esquerdistas” François Miterrand, da França, Felipe Gonzales, da Espanha e até Mikail Gorbachev, enquanto existia a União Soviética.

Com a participação decisiva, também, de Al Gore e até de Bill Clinton, sem esquecer John Major, também da Inglaterra. Quer dizer, a rapinagem supera as ideologias.

Não se trata de imaginar os “marines” pulando de pára-quedas em Manaus logo depois do Natal, porque esses métodos só são utilizados em situações extremas. Existem outros, mais eficazes, como controlar a economia dos países pobres, cooptar suas elites e comprar seus governos.

Internacionalização visível

O processo de internacionalização da Amazônia avança a olhos vistos. Nem é preciso citar a campanha promovida por organizações não-governamentais de toda espécie, subsidiadas diretamente por Washington ou pelas multinacionais.

Acusam o Brasil de destruir o pulmão do mundo, de queimar um campo de futebol por segundo e de poluir as águas da bacia amazônica. Exigem que a floresta fique intacta, quer dizer, imobilizadas suas riquezas do subsolo e da flora. A criação de nações indígenas independentes vai de vento em popa, com a delimitação de áreas que, por pura coincidência, localizam-se nas fronteiras nacionais e contém reservas de minerais nobres.

Um Comentário

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  1. Que história é esta de dívida externa ? O Brasil não havia quitado a mesma, inclusive fazendo empréstimos ao FMI ? Pulmão do mundo é não poluir. Falem isto para Estados Unidos, China e Rússia. Será que não falam em razão do poder militar destes países ? E o que os Governos Brasileiros estão fazendo em razão destas ameaças ? A presença brasileira na Amazônia deve ser firme o suficiente para desestimular qualquer má ideia.

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