,

Jornalista “assassinado” atendia Banco do Brasil, BNDES e Petrobras

A mídia noticiou de forma discreta o assassinato do jornalista Oswaldo Macedo Ribas que era gerente e editor na empresa CDN Análises e Tendências no setor internacional. Ribas estava mo Alto do Pinheiros, bairro nobre em São Paulo, próxima da residência da presidente Michel Temer, quando foi assaltado e morto.

Duas coisas causam estranheza nesse acontecimento: os ladrões levaram documentos e Ribas era homem de acesso livre ao Banco do Brasil, Petrobras e BNDES. Esses grandes grupos empresariais eram os principais clientes da carteira de Ribas.

O assalto seguido de morte está sendo tratado como um crime comum. Estranha o fato dos assaltantes terem levado uma bolsa com documentos.

Somente a CDN e os familiares poderão afirmar se Ribas portava algo de extrema importância naquele momento.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *