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Jovens “ingerem” bebida alcoólica pelas partes íntimas

Você acha que viu tudo? Ledo engano. Festas fechadas e raves incentivam jovens a uma prática absurda que coloca em alerta a classe médica no Brasil: a ingestão de bebida pelas partes íntimas.

O slimming é a introdução de bebida alcoólica pelas partes íntimas do corpo e teve início na Escandinávia, passando pelos Estados Unidos da América e agora chegou ao Brasil. A intenção é evitar o bafo da bebida para fugir da fiscalização de trânsito e dos pais.

A Associação Brasileira do Estudo do Álcool e outras drogas alerta para que essa ideia não seja levada adiante devido aos graves riscos de ulcerações no aparelho reprodutor feminino e no intestino grosso.

“Existe um apelo muito forte e a glamurização para tornar essa coisa popular entre os jovens”, alerta o psiquiatra Carlos Francisco Melez.

Segundo Marcelo Iampolsky, professor de Hebiatria da Faculdade de Medicina do ABC, atos como esses podem trazer consequências gravíssimas e imediatas, como inflamações, infecções, feridas e úlceras nas partes íntimas, chegando a virar lesões cancerígenas. Também aumenta o risco de contrair DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) pelas feridas que a bebida pode causar. Para se ter uma ideia, nem os médicos usam substâncias com álcool na vagina e ânus durante os procedimentos cirúrgicos.

O efeito quando em contato com as partes sanguíneas, sem passar pelo aparelho digestivo, é devastador.

Há ainda o alerta para os pais que permitem seus filhos participarem dos chamados “esquentas” ou “after”. Nos momento antes de qualquer show ou evento os jovens se reúnem para beber tudo que pode e é nesse momento que a bebida quebra a censura tirando os limites do corpo e da mente.

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