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Lava Jato em São Paulo: tem PT, tucano e até o Ey-ey-eymael

O democrata cristão surge na lista

O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo pediu a abertura de 12 inquéritos para investigar supostos crimes envolvendo políticos e obras de São Paulo.

As investigações, que serão feitas pela Polícia Federal no estado, fazem parte da Lava Jato e são fruto das delações dos executivos da Odebrecht.

Os procuradores de São Paulo pediram ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a criação de uma força-tarefa para se dedicar aos desdobramentos da Lava Jato em São Paulo.

Os inquéritos são sobre doações de campanha em caixa dois ou recebimento indevido de propina.

Entre os investigados estão tucanos e petistas, como o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), o atual presidente da Cohab, Edson Aparecido (PSDB), o ex-senador José Aníbal (PSDB) e o ex-deputado José Genoíno (PT).

As petições com as denúncias foram enviadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao MPF.

Os casos vieram para a primeira instância porque nenhum dos suspeitos tem prerrogativa de foro especial. No caso de governadores, o foro é o Superior Tribunal de Justiça. Ministros e congressistas têm foro no Supremo Tribunal Federal.

A surpresa é o “democrata cristão”

Conhecido pelo jingle-chiclete Ey-ey-eymael, o eterno presidenciável democrata cristão foi acusado por dois delatores de embolsar R$ 50 mil da Odebrecht no caixa dois.

O que diz Eymael: Quando a delação da #Odebrecht se tornou pública, #Eymael disse que não recebeu nem autorizou ninguém a receber, do Grupo Odebrecht ou de qualquer outra fonte, “recursos ilegais e incapazes de serem declarados à Justiça Eleitoral.”

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