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Livro do MEC ensina jihad e reescreve a Bíblia

Roberto Grobman faz uma grave denúncia contra o Ministério da Educação (MEC). Segundo ele o  ministério promove nas escolas públicas uma ideologia perversa de destruição dos judeus através de livros de história com conteúdos antissemitas.

O livro em questão é voltado aos alunos do ensino médio. “História: das sociedades sem Estado às monarquias absolutistas, volume 1 – foi distribuído nos anos de 2015, 2016 e 2017. O material é publicado pela Editora Saraiva e foi escrito por quatro autores, todos da Universidade Federal Fluminense.

Grobman contesta que os textos excluem a palavra “judeu” dos contextos históricos substituindo pelo termo “hebreus” e também oculta o nome “Israel” colocando em seu lugar o termo “Palestina” quando o material cita a Bíblia.

O pesquisador ainda destaca que estratégia semelhante foi adotada pelo imperador romano Adriano que odiava os judeus. Naquela época o imperador trocou o nome de “Província Romana da Judeia” para “Província Romana da Síria Palestina”, no de 153 d.C. .

Jihad para crianças

Roberto Grobman alerta professores e autoridades brasileira para o que está descrito no livro sobre a jihad. Nele é possível notar que os autores contrariam completamente o próprio significado que os muçulmanos atribuem ao termo. No livro ensina que a jihad não tem a ver com “o permanente sentimento de ódio” aos cristãos do ocidente. Basta um pouquinho de estudo sobre Maomé para constatar que é exatamente o contrário.

A “guerra santa” sempre travada contra “judeus e os idolatras”, conforme está registrado na Sura 5:82, do Alcorão.

Os idólatras no caso eram os cristãos acusados pelos islâmicos por adorarem “três deuses”: Pai, Filho e o Espírito Santo.

O livro “didático”

O MEC tem sido alvo de várias denúncias desse tipo. O pesquisador Roberto Grobman não é o único. O professor Orley José da Silva defensor do movimento “Escola sem Partido” tem mantido uma vigília constante sobre os livros didáticos distribuídos através do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) para evitar as doutrinações de interesse do Governo.

Um Comentário

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  1. Isto é um absurdo porque o governo não apoia, nem a Constituição apoia alguma religião e agora vem gastar uma fábula com um material usado por terroristas? Este MEC está administrado por um grande pulha. Quem é o merda?

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