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Maduro prende brasileiro e o Itamaraty implora de joelhos

O brasileiro Jonatan Diniz estava na Venezuela em uma missão humanitária quando foi sequestrado e preso pelos militares do ditador Nicolás Maduro. Jonatan está trancafiado, desde o dia 26 de dezembro de 2017, numa espécie de cadeia para capturados pelo serviço secreto do governo venezuelano.

Maduro havia enxotado o embaixador brasileiro quando Jonatan foi preso. Sem manter uma relação diplomática com o Brasil, a Venezuela sob o comando de Nicolás Maduro faz pressão política sobre o governo brasileiro para iniciar uma guerra diplomática contra os EUA. O brasileiro virou uma espécie de moeda de troca.

Jonatan estava na Venezuela legalmente e organizava uma campanha de doação para ajudar as crianças daquele país. Diosdado Cabello, homem de confiança do ditador venezuelano, fez o anúncio da prisão do brasileiro na rede estatal de televisão.

Cabello é deputado de Maduro e acusa o brasileiro de estar vinculado a CIA, serviço secreto americano. Jonatan está sendo injustamente acusado de postar notícias consideradas ofensivas por Nicolás Maduro. O governo Maduro quer acusar o brasileiro de estar à serviço dos norte-americanos.

A família de Jonatan nega as acusações e afirma que o filho tem sido alvo de uma injúria do ditador que busca motivos para justificar a prisão do jovem.

O Itamaraty está praticamente de joelhos perante Nicolás Maduro para pedir a libertação de #Jonatan. O caso poderá desencadear o agravamento da relação diplomática entre Venezuela e Brasil e pode atrair a ajuda do governo americano.

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