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O clima esquentou no Tribunal de Justiça

O clima esquentou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A temperatura está elevadíssima e ninguém sabe o que poderá acontecer até o dia 31 de março. O governador está num beco sem saída.

Pezão, governador do Rio de Janeiro, comunicou ao Judiciário que não tem dinheiro para repassar a verba constitucional mensal (duodécimo) para a Justiça fluminense. A informação caiu feito uma bomba atômica entre os servidores da Justiça.

Imediatamente o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Milton Fernandes de Souza avisou juízes, desembargadores e serventuários que não tem como pagar o salário no dia 31 (sexta-feira).O clima ficou quente no TJ com a revolta de vários desembargadores.

Nesta segunda-feira (27), de pronto, o presidente do Tribunal foi para Brasília onde ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal pedindo o bloqueio de R$ 275 milhões das contas do Estado.

A atitude do presidente do TJ sinalizou o fim do bom relacionamento entre o governador Pezão e a Justiça do Rio de Janeiro. E veio a primeira derrota.

No final do dia de ontem, Pezão já sofreu a primeira derrota judicial. O TJ proibiu o governador de cortar 30% dos salários dos professores que fizeram greve na UERJ.

Caso o bloqueio seja decretado pelo STF o salário de fevereiro para metade dos servidores estaduais não tem previsão de começar a ser pago, veja que o mês de março já está no fim.

A situação está se agravando cada vez mais e Pezão que não conte mais com a compreensão do Judiciário do Rio.

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