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ONG prega o desarmamento da Polícia

Jornal publica artigo incentivando o desarmamento

A Folha de São Paulo, um dos maiores jornais do país, publicou mais uma reportagem em que aborda a morte de policiais e a tal “letalidade policial” em São Paulo. Desta vez aborda o assunto pelo viés desarmamentista da ONG Sou da Paz. Nada de novo no front para quem acompanha atentamente esse assunto nos últimos 20 anos.

Para a ONG, portar arma é um problema

Para o jornalista e para a ONG desarmamentista, o problema é o policial portar arma de fogo em sua folga. Em resumo: os policiais são acusados quando matam e até mesmo quando morrem. Afirmam que 70% dos policiais morrem durante seu período de folga ao reagirem ou intervirem em ocorrências criminais. Isso é fato, não discuto. As questões “esquecidas” e que deveriam estar presente obrigatoriamente se estivéssemos diante de um estudo sério “estudo” é óbvia: quantos policiais deixaram de morrer exatamente porque estavam armados e reagiram? Quantas vítimas foram salvas por policias de folga que não fizeram – usando um jargão policial – “olho de vidro”? Quantos criminosos foram presos e autuados por policias nessas condições? Claro, nada disso importa aos que não tem nenhum interesse em uma discussão verdadeira sobre o tema.

Polícia desarmada e submissa

A ideia de uma polícia desarmada – e subjugada – é um velho sonho esquerdista, em especial se tratando das policias militares vistas como símbolo da “direita opressora”. A explicação é vergonhosamente simples: o ambiente policial, via de regra, é solo infértil para teses progressistas.  Não é de hoje que tentam de todas as formas impor aos policias restrições no que diz respeito à posse e ao porte de armas, mesmo para as instituições que até hoje sofrem com as imposições desarmamentistas do ditador Getúlio Vargas.

Triste – e grave – é ver teses como o desarmamento sendo encampadas por instituições policiais e guardas municipais pelo país. Há muitos exemplos disso pelo Brasil: O ônibus do Desarmamento em Alagoas, a parceria entre a Guarda Municipal de São Paulo e a ONG Sou da Paz, com a benção do prefeito João Doria e ainda a Polícia Militar de São Paulo aceitando participar do Prêmio Polícia Cidadã da mesma organização.

Os efeitos dessas parcerias é a contaminação sistemática do pensamento policial onde o cidadão, mesmo legalmente armado, é visto como uma ameaça e não com um possível aliado na luta cada vez mais desigual contra os criminosos.

Tem gente que vai para cama do inimigo e nem percebe, enquanto isso a esquerda de condomínio fechado comemora as prisões de cidadãos honestos e chora quando um bandido morre em confronto com a polícia. Desarmar policias para que supostamente eles não moram é mais uma farsa desarmamentista e seria, em última instância, declarar o crime vencedor por WO.

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