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Paulista sob protesto e aumento do rombo no setor público. Temer traz de volta o PT

Manifestantes realizam atos contra reforma da Previdência e novas regras da terceirização do trabalho em cidades brasileiras.

As centrais e movimentos criticam a proposta do governo para a Previdência, que estabelece que o brasileiro poderá se aposentar só depois de completar 65 anos de idade e 25 anos de contribuição. Para ter direito ao benefício integral, será necessário somar 49 anos de contribuição com a Previdência.

Para facilitar a aprovação, o governo retirou servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência.

Os movimentos também criticam o projeto de terceirização aprovado pela Câmara e que aguarda sanção de Temer.

Em São Paulo, o ato ocorre nesta tarde na avenida Paulista. Os manifestantes devem marchar até a praça da República, onde se unirão a professores da rede pública.

Rombo nas contas aumenta

O setor público (União, Estados e municípios) registrou deficit primário (receitas menos despesas antes do pagamento dos juros da dívida) de R$ 23,5 bilhões em fevereiro, o pior resultado para o mês desde 2001, quando começa a série histórica, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (31).

Na comparação com fevereiro de 2016, houve uma alta de 1,8% do deficit.

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