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PMDB ameaça cortar direitos sociais para aprovar a Reforma Previdenciária

O PMDB lançou uma campanha de ameaças contra direitos adquiridos do povo brasileiro caso a Reforma da Previdência não seja aprovada.

Na contramão de tudo que se pode admitir em termos de políticas sociais e de desenvolvimento o governo de Michel Temer quer a todo custo cortar benefícios sociais como FIES, Bolsa-Família, Pró-Uni e outros para entregar a carteira da previdência brasileira ao setor privado.

A Previdência Social não fecha no prejuízo garantem diversos economistas e estudiosos no assunto. O que é tido como prejuízo na verdade é consequência dos pagamentos de juros com dinheiro arrecadado pelo INSS, desde que o Fernando Henrique Cardoso quando foi presidente criou a DRU (Desvinculação das Receitas da União) permitindo o uso do dinheiro da Previdência para cobrir rombos oriundos da má gestão pública.

O PMDB agora quer aprovar a reforma a todo custo e ameaça acabar com o Bolsa Família e outros investimentos em estradas, rodovias e aeroportos.

A investida do Governo Federal sobre os direitos sociais garantidos em Lei soou mal perante a sociedade que vai mobilizar todos os setores e movimentos sociais organizados para impedir ação governista.

Michel Temer já é o dono do pior índice que um presidente já teve na história política do Brasil. Sua reprovação beira a casa dos 99%.

Na última pesquisa divulgada Michel Temer tinha apenas 4% de aprovação e isso não é porque está tomando atitudes consideradas impopulares.

Os escândalos de corrupção, a queda de diversos ministros, sua péssima comunicação com o povo e a cintura dura da maioria de seus ministros estão implodindo o governo.

A sociedade já entendeu que o mal do Brasil é a corrupção e que o arrocho fiscal proposto pelo governo deveria começar na própria carne. O que não aconteceu.

“Não há solução que possa trazer a economia de volta ao patamar de estabilidade sem que o governo não corte suas próprias regalias e decida extinguir grande parte dos cargos comissionados. O mercado entende que todas as medidas tomadas até agora são vulneráveis e paliativas com uma conotação de proteção partidária”, avalia Denise Bello, economista.

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