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PMDB e PSDB contam com a prisão de Lula para fecharem aliança para 2018

O PMDB e o PSDB já contam com a prisão de Lula para firmarem o que eles chamam de grande coalizão para 2018. Ambos pretendem andar juntinhos nas eleições presidenciais deixando de lado o Partido dos Trabalhadores, aliado de todas as horas do PMDB.

A prisão de Lula é o evento mais esperado do ano para que o PMDB possa de uma vez por todas selar o casamento político com o PMDB em todos os estados brasileiros.

“Haverá uma grande coalização em todo Brasil. Nos municípios e nos estados onde o PMDB e o PSDB tem prefeitos e governadores a ordem será distanciar do PT e dar as mãos para caminhar junto em 2018”, informa uma pessoa ligado ao grupo.

Lula é o nome a ser tirado do caminho pelos adversários políticos.

Ainda existe a possibilidade de Jair Bolsonaro sair candidato caso o Supremo Tribunal Federal não coloque em prática o projeto de condená-lo e cassar o mandato do parlamentar.

Para 2018 a coalizão PMDB e PSDB estuda os nomes de José Serra, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, porém todos estão ligados aos tucanos.

O PMDB não tem nomes para uma possível disputa. Eduardo Paes saiu enfraquecido da Prefeitura do Rio de Janeiro e foi morar nos EUA. O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, também passa por dificuldades em seu estado. Michel Temer enfrenta sérios problemas internos com a economia estagnada e a Lava Jato na sua sombra.

A ordem é desarticular completamente o PT deixando Lula e seu principais nomes inviáveis, manter a população sob controle e fazer a transição de 2017 para 2018 até que o clima eleitoral chegue com a máquina do marketing político à todo vapor.

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