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POLÊMICO: transexual vai disputar vôlei feminino pelo Bauru

Impulsão e força são essenciais num jogo

Tiffany nasceu Rodrigo Pereira de Abreu tendo disputado diversas edições da Liga Masculina de Vôlei série A e B no Brasil e outros campeonatos masculinos na liga da Indonésia, Portugal, Espanha, França, Holanda e Bélgica, tudo antes de fazer a “transição de gênero”.

No início deste ano Tiffany recebeu autorização da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) para participar de campeonatos femininos, quando disputou um torneio pela segunda divisão na Europa.

O Bauru Vôlei, de São Paulo, contratou a ponteira para fazer do seu elenco no campeonato paulista em 2018.

O caso está gerando polêmica.

Tiffany pode ter força e impulsão bem diferentes das outras atletas que são do gênero feminino. Isso é tão provável que a transexual antes de entrar na liga feminina participou de campeonatos masculinos.

No vôlei a altura da rede influencia no jogo. Na disputa masculina a altura da rede obedece a regra de 2,43 metros, nos jogos femininos essa altura cai para 2,24 metros. Poucos centímetros que fazem toda diferença numa partida que pode durar cinco sets. Além do impulso, a força de Tiffany pode ser desproporcional na hora de uma cortada ou saque.

Há quem defenda que apesar da transição de gênero realizada pela atleta transexual, sua estrutura física pode interferir em algumas vantagens sobre as demais atletas do sexo feminino. Impulsão e força são elementos essenciais numa partida de vôlei.

Você acha que atletas transexuais podem disputar torneios femininos ou  a questão do gênero pode interferir no desempenho se comparado as atletas femininas?

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