,

Por que Eduardo Paes correu do Brasil? Você vai saber agora…

Como vai o seu estado? Porque o Rio de Janeiro foi transformado em terra sem lei pela quadrilha organizada na gestão do senhor Sérgio Cabral. Bandidagem da pior espécie. O procurador do MPF disse assim: “Cabral roubou em todos os setores do estado”. E para completar a quadrilha faltava ele, o “nervosinho”, Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio, que mora em NY, nos EUA.

Por que Paes correu do Brasil? Você vai saber agora…

Mencionado na lista de propinas da Odebrecht como “Nervosinho”, Paes foi acusado pelos delatores do grupo de receber mais de R$ 15 milhões em propina na esteira dos Jogos Olímpicos de 2016. Espécie de comandante do Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, setor responsável pelo pagamento e gerenciamento de propinas, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, conhecido como BJ, declarou em depoimento de colaboração premiada que repassou mais de R$ 15 milhões ao ex-prefeito carioca “ante seu interesse na facilitação de contratos relativos às Olimpíadas de 2016”.

“Dessa quantia, R$ 11 milhões foram repassados no Brasil e outros R$ 5 milhões por meio de contas no exterior. O colaborador apresenta documentos que, em tese, corroboram essas informações prestadas, havendo, em seus relatos, menção a Leonel Brizola Neto e Cristiane Brasil como possíveis destinatários dos valores”, relata o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão de 4 de abril que determinou abertura de inquérito para investigar Eduardo Paes.

Além da acusação de BJ, Eduardo Paes foi delatado por Leandro Andrade Azevedo e Luiz Eduardo da Rocha Soares, executivos da Odebrecht. De acordo com Azevedo, o ex-prefeito do Rio também teria negociado repasse de R$ 3 milhões da Odebrecht para a campanha a deputado federal de Pedro Paulo (PMDB) em 2010. O delator citou o sistema Drousys, a rede de comunicação interna dos funcionários do “departamento da propina” da empreiteira.

“Essas somas seriam da ordem de R$ 3 milhões, tendo a transação sido facilitada por Eduardo Paes, ex-prefeito do município do Rio de Janeiro, por meio de contato com o diretor Benedicto Júnior. Afirma-se, nesse contexto, que, no sistema ‘Drousys’, há referência a diversos pagamentos a “Nervosinho”, suposto apelido de Eduardo Paes”, relata Fachin na decisão que determina que alguns peemedebistas sejam alvo de inquéritos.

Em 2016, Pedro Paulo foi o candidato de Eduardo Paes à prefeitura do Rio, mas acabou derrotado no primeiro turno da disputa eleitoral. Em 2014, Pedro Paulo teria recebido R$ 300 mil, ‘de maneira oculta, para a campanha à prefeitura’, segundo Benedicto Júnior. Intermediado por Eduardo Paes o pagamento está relacionado a registros, no Sistema “Drousys”, de pagamentos a “Nervosinho”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *