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Pra educar seria melhor ela ficar longe. Pra comprar alguém deve levar em casa

Situação nada desconfortável da ex-primeira dama do Rio de Janeiro, a esposa do ex-governador Sérgio Cabral.

Adriana Ancelmo deve ter assistido tranquilamente a NetFlix, bebido água mineral Acqua di Cristallo, curtido o banho de sol em sua piscina, ouvido os noticiários sobre a queda da Bolsa de Valores e marcado sua manicure para o fim da tarde. A rotina deve ter sido mais ou menos assim na chiquérrima prisão domiciliar.

Nada que o crime não possa compensar. Afinal tudo é passageiro neste mundo sombrio.

Para fins de educação esse povo rico de doer tem as babás, empregadas e pedagogos contratados para cuidar. Se fosse considerar o currículo para uma boa educação, o exemplo deixado por ela não recomendaria a função de educadora.

Será que a Justiça não considerou isso? Mas todos têm seu direito garantido por lei.

O que resta a dúvida nesse caso é se as joalherias poderão visitar a cliente em casa. Não é todo dia que aparece uma cliente VIP como a ex-primeira dama.

No noticiário já foi dito que as visitas são autorizadas, mas ninguém pode entrar com celular. Só celular. O resto está liberado!

Joias, lanchas, brincos, vinhos maravilhosos importados, roupas de grife, bolsas caríssimas, iates, tudo isso está liberado.

A desumanidade nesse caso é o maridão ainda estar preso depois de bancar tanta mordomia. Quem sai junto, chega junto.

Pra comemorar a saída da prisão e o ar-condicionado da cobertura no Leblon, região chique do Rio de Janeiro, Dri deveria mandar uma de suas serviçais ir até a HStern pegar um colar de esmeraldas e colocar na conta de Pezão para ele deixar de ser bobo.

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