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Sérgio Cabral não superou Lula, Temer e Aécio

Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, bate mais um recorde pessoal em roubalheira. Na tarde desta terça-feira (08) o noticiário nacional foi impregnado com mais uma notícia de corrupção e pagamento de propina envolvendo o peemedebista.

Cabral tem a boca grande para roubar

De acordo com informações divulgadas pelo O Globo, o ex-governador recebeu até pouco tempo pagamento de propina pelo serviço de concessão de transporte público no Rio de Janeiro. A engenharia do negócio era simples: Cabral tinha na caneta de governador a varinha mágica para produzir dinheiro, desta forma concedia aumento no preço da tarifa em troca de propina. O resultado era o enriquecimento do empresário do setor de transporte e ao mesmo tempo o dele.

O Ministério Público Federal apresentou a denúncia após os desdobramentos da operação “Ponto Final” desencadeada no Rio de Janeiro. De acordo com os procuradores federais é tanta roubalheira que eles alegam não saber onde será o fim.

Será que Cabral roubou mais que os investigados em Brasília?

Cabral foi deputado e governador do Rio de Janeiro e fazia parte de um grupo político com amigos também investigados pela força-tarefa da Lava Jato. Lula, Aécio Neves e Michel Temer faziam parte do rol de amizades de Sérgio Cabral.

É quase impossível acreditar que no meio de tanta gente “bem sucedida” na política Cabral tenha sido o maior destaque.

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