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Socialismo venezuelano: pessoas comem cachorros, saqueiam supermercados e morrem de fome

A capacidade de destruição do socialismo não deve ser desprezada: a Venezuela em 1970 figurava na lista dos 20 países mais ricos do mundo. Pouco mais de dez anos do bolivarianismo para jogar o país no mais profundo caos social da sua história. O passado de glórias sumiu da memória do povo venezuelano.

Hugo Chávez fez exatamente o que os partidos do PT, PMDB e PSDB mais os seus aliados fizeram ao Brasil. Chávez com a sua fome de poder decidiu distribuir a riqueza da Venezuela com os pobres (eles começam com esse discurso de salvador da Pátria). O que ele não avisou ao povo é que para distribuir recursos é necessário primeiro produzi-los.

Como distribuir recursos ao povo se o socialismo prega o ócio? O socialismo é inimigo da produção. Sem produção não existe resultado para ser distribuído.

A moeda venezuelana foi completamente destruída. Uma moeda em contínuo enfraquecimento — que nenhum venezuelano quer portar e que nenhum estrangeiro está disposto a aceitar em troca de dólares (o que inviabiliza importações até mesmo a de produtos básicos e essenciais, como remédios) — e um controle total de preços decretado pelo governo levaram a uma escassez generalizada de bens essenciais na economia.

Após 15 anos de revolução bolivariana, a Venezuela está mergulhada na maior crise econômica da sua história.  O paraíso socialista criado por Hugo Chávez e aperfeiçoado por seu sucessor Nicolás Maduro vem quebrando paradigmas e alcançando façanhas: já conseguiu gerar escassez e racionamento de papel higiênico, comida, remédios, cerveja, eletricidade e até mesmo água.

O país está em hiperinflação.  Organismos internacionais, em uma projeção conservadora, estimam uma inflação de preços de 720% para este ano.

E as consequências não estão sendo bonitas.

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