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Temer “compra” as igrejas com perdão de dívidas

Igrejas são “vendidas” no balcão da corrupção

Você já se perguntou o motivo de o Brasil ser o maior país cristão do mundo e ao mesmo tempo o mais corrupto? No Brasil, por dia, de acordo com dados do IBGE, 10 novas igrejas são abertas. Nos municípios, em cada bairro e esquina tem uma igreja, seja evangélica, pentecostal ou católica. O efeito disso pode ter explicação na política.

O Brasil tem neste momento um outro país dentro dele só de desempregados. Nos cemitérios existem um outro país só de mortos por armas de fogo. No Rio de Janeiro, por exemplo, existe no Complexo do Alemão um outro país comandado por traficantes. É uma desgraça atrás da outra. É ao mesmo tempo que cresce o número de igrejas, desanda a violência. Muito contraditório se for considerar a igreja e o seu papel na sociedade.

A explicação para tamanha contradição pode estar em Brasília. Nesta semana o presidente Michel Temer alvo de duas denúncias gravíssimas de corrupção e organização criminosa fechou acordo com a dita “bancada da Bíblia”. O método para calar à boca? Perdão de dívidas atrasadas.

Igrejas são “vendidas” no balcão da corrupção

Igrejas ganharam mais cinco anos em isenção de impostos e o perdão de dívidas anteriores com o Governo Federal. Ou seja, o dinheiro que poderia ser aplicado em Educação, Saúde e Moradia vai ficar no bolso e quem deixou de pagar para negociar o voto. Isso não é justo!

Deputados da bancada religiosa levaram suas igrejas para dentro do jogo imundo que reina em Brasília. Lá o número de membros conta como moeda de troca na hora de negociar o voto. Voto que vai determinar a permanência da corrupção no poder. Por que se a igreja entende que o presidente deve ser impedido de ser investigado porque deu privilégio a igreja, logo ela também é corrupta.

Relação promíscua

Talvez essa relação promíscua explique os números da violência e da corrupção em um país apontado como o mais cristão do mundo. A igreja finge que prega o Evangelho e o povo finge que vive. O resultado é essa babilônia!

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