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Uns querem Temer; outros Maia: o povo quer intervenção militar

Parlamentares temem a intervenção ou a realização de eleições gerais

Na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados o debate sobre o parecer do relator Sérgio Zveiter que recomendou a abertura de investigação contra o presidente Michel Temer suscitou diversas posições.

Puxa-saco de um lado

Os defensores de Michel Temer insistem na hipótese de que as denúncias encaminhadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não passam de uma peça ficção. Ensejam até um roteiro de novela colocando na condição de personagem principal o braço direito de Temer, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures. Loures é menino mal: mal mandado e mal educado.

Da forma que a tropa de choque de Michel Temer coloca Loures é de uma reputação horrível.

Puxa-saco de outro

Na outra ponta surge um novo grupo que garante que Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, tem plenas condições de pacificar o país. Aposta na articulação de Maia para unir os partidos em prol de uma agenda positiva que coloque o Brasil nos trilhos.

Maia, juntando todos os votos de sua carreira política, não tem representação sequer para ser prefeito de São Paulo. Perdeu no Rio de Janeiro para prefeito. Chegou ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados após a saída de Cunha

O povo quer intervenção militar

Nas ruas o assunto é a intervenção militar para moralizar o país e banir os políticos envolvidos em corrupção. Os partidos políticos estão completamente desmoralizados e não há entre os eleitores confiança em qualquer nome para assumir a Presidência da República.

O maior destaque é o deputado federal Jair Bolsonaro. A ligação de #Bolsonaro com as Forças Armadas é o principal fator que faz com que ele desponte nas pesquisas de intenções de votos para presidente.

Segurança, confiança e credibilidade são alguns dos adjetivos relacionados ao nome de Bolsonaro que também acompanham às Forças Armadas.

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