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Vai explodir: A gestão fiscal nos municípios beira a insolvência

Firjan contradiz o Governo Federal em relação a economia

A gestão fiscal em 86% dos municípios brasileiros é considerada “crítica” ou “difícil” conforme apontou o estudo realizado pela FIRJAN (Federação das Industrias do Rio de Janeiro). No linguajar popular seria dizer que 86% dos municípios estão falidos.

De acordo com dados da FIRJAN foram analisadas a situação fiscal de 4.544 prefeituras, o que equivale a 81% dos municípios brasileiros. O levantamento teve como base os dados comunicados pelas prefeituras ao Tesouro Nacional. Esse tipo de procedimento é obrigatório.

O nível de investimento nos municípios atingiu quase zero no ano de 2016. Isso é extremamente preocupante.

A FIRJAN apurou que nenhuma capital do país atingiu o nível A de excelência dentro dos padrões determinados pela entidade. Mais de 90% das cidades analisadas estão em situação crítica e conceito negativo.

O economista Guilherme Mercês que trabalha para a Firjan avaliou que a crise que o Brasil vive atualmente irá se estender pelos próximos anos. “A realidade que estamos vivendo hoje vai se estender pelos próximos anos. Não é fácil ajustar contas”, enfatiza Guilherme.

A informação da Firjan coloca em contradição todas as afirmações do Governo Federal que sinalizam que a economia esteja melhorando. O impacto da propaganda enganosa do governo pode causar consequências graves daqui alguns anos.

2 Comentários

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  1. O caso dos municípios brasileiros é critico por varias razões, mas vamos nos ater a apenas duas (02) delas sem entramos nas questões éticas e moral (corrupção). Em minha humilde opinião o maior mal para os municípios (cidadãos que vivem neles) é a divisão dos recursos oriundo dos tributos que pagamos, é o chamado PACTO CONFEDERATIVO, pois de todo o bolo da arrecadação tributária os municípios são os que menos recebem e é aonde vive o cidadão, é aonde ele tem condições de melhor fiscalizar o emprego do dinheiro público (do povo), a divisão é assim; 65% (sessenta e cinco por cento) do total arrecado fica com a UNIÃO, aproximadamente 22 a 23% com Estados e sobra apenas de 12 a 13% para os Municípios. As responsabilidades também são divididas. Esse sistema é PERVERSO e CRUEL para o contribuinte, pois os recursos da União que vem para os Municípios nem sempre atende as necessidades, sem falar que não se respeita a equidade e o pior de tudo, esses recursos servem como moeda de troca para apoio político, assim o Prefeito e principalmente fica refém de interesses que na maioria das vezes são escusos para a população. O segundo aspecto é quantidade de municípios que tem, sendo que a maioria não gera recursos suficiente sequer para manter a estrutura política e ficam sempre na dependência do repasse do governo Federal, é o chamado FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS, que só serve para atender demandas politiqueiras e não a real necessidade da população.

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