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Veja trata oficial do Exército de “bunda suja”

A revista Veja trouxe na edição 2551 a reportagem de destaque sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que é o político brasileiro com maior engajamento nas redes sociais.

Bolsonaro é o alvo principal de Veja!

Na edição 255, página 45, a reportagem trata desrespeitosamente o deputado federal quando o chama de “bunda suja” pelo fato de não ter galgado patentes na carreira militar sendo que Jair Bolsonaro optou por sair do Exército em 1988, quando foi para a reserva, sendo eleito vereador pela cidade do Rio de Janeiro.

Os demais oficiais que não galgaram patentes na carreira militar também são “bundas sujas”?

Veja escolheu o seu rival e tenta de alguma forma desconstruir a imagem pública de Jair Bolsonaro.

A internet mudou radicalmente a forma de comunicação e estratégias como essa de Veja não funcionam mais no ambiente de tecnologia e transparência que a rede proporcionou. Talvez seja essa teimosia a elemento que vem corroendo a imagem de diversos veículos de imprensa que antes detinham o monopólio da informação.

Veja a resposta do deputado federal

5 Comentários

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  1. Porque será que quando o povo deseja e acredita em uma mudança, sempre existe um veiculo de imprensa que tenta desprestigiar, alguém que o povo de bem escolhe e quer? a opinião da maioria do povo de bem não interessa para a imprensa? ou a imprensa se divide em: ser manipulada pela esquerda ou informar inverdades???? infelizmente há uma maquina manipuladora que não deseja o bem dos cidadãos de bem…….o poder o dinheiro e os interesses dos que querem se perpetuar estão acima dos interesses da sociedade como um todo!

  2. A imprensa age como se a nossa NAÇÃO estivesse vivendo como a SUÍÇA, estamos vivendo um caos como nunca vimos, e os meios de comunicação não atacam quem nos colocou nesta crise maldita, mas mudanças ou quem ameaça esta porcaria que vivemos…..isso a imprensa sabe fazer, porque será?????????????????

  3. O risco para o Deputado Jair Bolsonaro é ser elogiado pela revista Veja. A muito que esta revista deixa à desejar. Elogio desta revista leva à crença de ser da turma hoje notória do Brasil.

  4. Este argumento não tem razão de ser. à época em que se elegeu, e até hoje, é regulamentar que todo militar de carreira da ativa que for eleito/nomeado para cargo público não correlato à área militar, terá que ser transferido para a reserva. Tivemos, também, em igual situação, o finado Jarbas Passarinho, que, ao ser nomeado ministro (de área externa às Forças Armadas) foi para a reserva. Há casos idênticos na esfera estadual e municipal. Não significa, necessariamente, incapacidade de galgar a carreira, é uma questão de opção pessoal.

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